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StartApps

Um blog de Teresa Noronha sobre Startups, Apps e empreendedorismo em português.

Como ganhar acesso ao Software de Faturação Bill por 6 meses

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O Blog StartApps tem o prazer de oferecer acessos à aplicação Bill, uma aplicação de faturação online, por um período de 6 meses, inteiramente gratuitos sem questões contratuais adicionais.

 

Trata-se de um software de faturação certificado pela autoridade tributaria e que permite a emissão de faturas, guias, orçamentos e inclusivamente permite a gestão de stocks e de dividas a fornecedores. 

 

Especialmente para quem está a iniciar a sua atividade, esta pode ser uma excelente opção.

 

Para terem acesso ao Bill por 6 meses é então necessário: 

  1. Fazer like na página do facebook do blog StartApps;
  2. Fazer like na página do instagram do blog StartApps;
  3. Aceder ao formulário: https://suporte.bill.pt/ e colocar no subject o seguinte código: STARTAPPS.PT

 

Para mais informação sobre a forma de funcionamento desta aplicação, vejam o vídeo:

 

 

Reciclar manuais escolares

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Se não sabe o que fazer aos manuais escolares que os seus filhos deixaram de usar, ou se gostaria de gastar menos na aquisição dos próximos, a Book in Loop é uma boa opção.

 

Este movimento começa pela integração dos pais na comunidade book in loop e continua com a recolha dos livros em casa. Quando esses livros são adquiridos por novos donos, a família que os entregou recebe uma recompensa financeira.

 

Os livros têm de estar em bom estado e não podem estar escritos com marcas de caneta.

 

Este movimento para além da poupança financeira que origina a quem entrega e a quem recebe os livros, é também uma boa solução de reciclagem e de resolução de problemas de armazenamento e o espaço numa casa é sempre limitado. Mesmo que existam irmãos mais novos a probabilidade de os manuais escolares serem os mesmos ser muito reduzida.

 

O movimento book in loop deste ano letivo teve inicio a 15 de Junho, caso tenham manuais dos quais se queiram desfazer ou se encontrem à procura de opções mais rentáveis para o próximo ano que aí vem, fica a dica!

 

Vejam como funciona aqui:

 

 

Aplicação disponível em WebApp, iOS e Android.

Informação sobre incêndios: Fogos.pt

Escrito o ano passado... podia ter sido ontem.

 

Este Verão em Portugal, foi pautado por muitas coisas, mas uma delas infelizmente foi a quantidade de incêndios que ocorreram pelo país. Esta devastação da natureza em mim causa uma tristeza profunda, das que cala cá dentro, porque nada do que se diga vai poder alterar ou trazer de volta o que era, o que se perdeu.

  

Neste assunto incomoda-me tudo. A falta de prevenção, a falta de respeito, a falta de preocupação com o planeta e com as gerações futuras. A falta de justificação, é isso, é a ausência de justificação para a utilização destes meios com um propósito que só tem final e é ausente de boa intensão. Nestas alturas tenho dificuldade em entender o que move as pessoas a fazerem o que estão a fazer. 

  

Neste contexto foi disponibilizada a App fogos.pt. Nesta App é possível em tempo real saber quais são os incêndios que se encontram registados, qual o estado e a localização dos mesmos. É uma App útil e importante, que presta serviço público à comunidade.

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Já sabem, informação credível sobre fogos, descarreguem Fogos.pt. Esperemos que não seja necessária muita utilização... 

  

Á Fogos.pt, parabéns pelo serviço que prestam e que ajuda a informar os cidadãos. Gosto destas Apps de serviço gratuito de informação.

 

Terra do Sempre: Empreendedores de Sonhos

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Conheci a Terra do Sempre em modo fim-de-semana em família. Bem, já a conhecia pela talentosa lente da Isabel Saldanha. Fui com o meu marido e com a minha filha a delirar com todas as possibilidades. Não sabia se queria ficar na cabana do Tom Sawyer, se ir apanhar catacuzes ou brincar com a Alice.

 

Por sorte nesse fim de semana havia um workshop de desenho para crianças e foi entrar no mundo da fantasia com o pé direito.

 

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Entrar na Terra do Sempre para os adultos é também abrir as portas a todas as possibilidades porque a partilha da Bárbara e do Pedro que mudaram a sua vida, de jornalista e arquiteto de carreira, para abrir um Turismo Rural cheio de estórias e fantasia, faz-nos também a nós adultos sonhar. Falar com pessoas com este calibre não é uma hipótese de todos os dias. De fato fazem-nos sonhar, aqueles sonhos bons que ampliam as possibilidades e que apresentam realidades felizes, sem esconderem as dificuldades existentes, mas com um sorriso confiante de quem arrisca mas petisca da vida o bastante.

 

Atualmente a Terra do Sempre assume-se também como uma casa que quer receber quem queira fazer da sua casa um escritório móvel. O que eu considero ser para além de interessante inspirador.

 

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Neste contexto não escondem que há desafios e que existem as dificuldades quando se muda de vida. As diferenças nas escolas das crianças, na gestão dos imprevistos que estão sempre a brotar... mas, a verdade, é que percebemos que estão de bem com a vida. Acredito que tenha sido esse o fator que os tenha feito mudar.

 

Se querem passar um fim-de-semana bom com a criançada, abrir portas à liberdade e à criatividade em família aconselho. E em Grândola é sempre uma volta bem dada. O pior é sempre regressar...

 

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À Conversa com #11: Marta Silva da Fábrica de Startups

Saiu na altura da crise e emigrou para Macau. Ganhou mundo e perspectiva. Felizmente, como muitos dos bons profissionais deste país está de volta, para fazer acontecer. Acompanhou o que se passava em Portugal e envolveu-se no ecossistema mesmo em Macau, e nota as diferenças do que aconteu por cá. Marta Silva é a Marketing Director da Fábrica de Startups. Estivemos à conversa na Feira do Livro de Lisboa.

 

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 Marta, o que é a Fábrica de Startups?

A Fábrica é uma aceleradora de startups, mas também mais do que isso, pois apoiamos diferentes fases de desenvolvimento das empresas. Fomentamos o empreendedorismo e a criação de mais e melhores startups em Portugal, sempre com uma vertente internacional. Os nossos programas de ideação, aceleração e crescimento são cruciais para ajudar empreendedores.

 

Como?

Com os programas de ideação, ajudamos empreendedores a desenvolver e validar a ideia de negócio, assim como a encontrar uma equipa de trabalho. Temos tido ótimos resultados com estes programas, que fazem a ligação entre os desafios estratégicos de determinados sectores e as ideias de negócio. Na fase de aceleração, os programas FastStart ajudam as startups no seu modelo de negócio, desenvolvendo uma oferta mais forte (contamos com uma rede de parceiros e mentores neste processo). No limite, ajudamos os empreendedores a preparar a startup para receber o investimento. Depois vem o momento do crescimento, a confirmação do modelo de negócio que resultou da fase de aceleração. Asseguramos um follow up em vendas, marketing e processos, personalizado pelos nossos orientadores, encontrando juntos um programa de apoio ao crescimento.

 

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Como chegaste à Fábrica de Startups?

A minha relação com a Fábrica de Startups é antiga. Em 2012, quando o empreendedorismo ainda não era moda e se começaram a sentir as consequências da crise em Portugal, dei o salto do marketing para projetos de empreendedorismo e metodologias revolucionárias de lean startup. Nessa altura, ajudei a organizar o primeiro grande concurso de empreendedorismo em Portugal – o Energia de Portugal (evoluiu para o atual EDP Open Innovation). É com muito orgulho que digo que ajudei a criar os alicerces do projeto Fábrica de Startups. Pouco tempo depois, porém, tive uma oportunidade aliciante e emigrei para Macau. Fiquei lá cinco anos, mas o destino trouxe-me de volta à Fábrica de Startups.

 

Como é que isso aconteceu?

O António Lucena de Faria e o Martim Avillez Figueiredo, que estão à frente da Fábrica, contactaram-me em Outubro do ano passado e desafiaram-me para ajudar a organizar o Startup Macau Forum, um projeto pioneiro nessa geografia. Pela primeira vez na região, 15 startups - cinco da China Continental, cinco de Macau e cinco de Portugal - iam concorrer para serem as melhores ideias de negócio. Mas mais que isso, estávamos nessa altura a dar os primeiros passos para a construção de um ecossistema e de uma comunidade empreendedora internacional. Correu tudo muito bem e acabei convidada a voltar à empresa. Com muito entusiasmo, agarrei novamente o projeto da Fábrica de Startups. Foi como um regresso a casa. Literalmente.

 

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Que diferenças notas no mercado nacional?

Evoluiu muito. O trabalho de evangelizar o mercado para os conceitos de empreendedorismo, startup, validação de modelos de negócios, inovação ou lean startup já foi feito. Vejo muito mais abertura por parte das empresas para discutirem connosco novas formas de trabalhar e de validar as suas decisões de investimento. Mas ainda há muito trabalho pela frente. E como em tudo, este “excesso de oferta” obriga os principais players a aguçar o engenho, a diversificar a oferta e a verdadeiramente acrescentar valor naquilo que fazem. É com esse objetivo que estou na empresa. Para continuar o excelente trabalho desenvolvido pela equipa da Fábrica, encontrar formas de aplicar as nossas metodologias ao nível corporativo e encontrar novos mercados, trabalhando a internacionalização.

 

O que está a fazer os emigrantes de 2012 voltarem a Portugal?

A “debandada” que vimos em 2012 teve muito a ver com falta de oportunidades em Portugal. Sempre houve emigração e hoje entendo muito melhor o fascínio destas experiências internacionais. Mas Portugal é um sítio extraordinário. Havendo oportunidades de trabalho, boas condições para desenvolver projetos ou abrir novas empresas, é difícil resistir ao apelo do regresso a casa. A carga fiscal pode ser desencorajadora, mas o impulso que o turismo tem dado ao país serve como impulsionador da economia. Não tenho uma resposta concreta que explique o regresso dos emigrantes, mas acredito que esteja relacionado com a onda de otimismo que sinto entre os portugueses.

 

Como é que as startups podem aproveitar esse momento?

Os empreendedores são estimulados pela oportunidade. Neste momento, é no turismo e serviços que as oportunidades mais aparecem. Tem que se pensar em novas formas de atrair turistas, vingar pela qualidade do serviço, refletir sobre o que se pode fazer no turismo de experiência, de inclusão, sénior, de saúde. O leque é muito vasto, principalmente quando saímos de Lisboa e Porto. A Fábrica está a desempenhar um papel fundamental, ajudando os empreendedores a desenvolver as suas startups na área do turismo. A nossa parceria com o Turismo de Portugal já tem mais de três anos e em 2017 o desafio é maior do que nunca. Estamos a organizar o Tourism Explorers, o maior programa nacional de ideação e aceleração de startups na área do turismo. Envolvemos 12 cidades, que estão simultaneamente a fazer os programas connosco através de uma infraestrura tecnológica.

 

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Podes dar mais detalhes?

Ao longo de cinco dias, de 10 a 14 de Julho, vamos trabalhar os desafios estratégicos do setor, fazendo a ligação aos incentivos ao investimento por parte do turismo de Portugal. Os empreendedores das 12 cidades vão juntar-se em equipa e dar os primeiros passos para o que poderá ser uma startup de sucesso. A final nacional é na Porto Business School, com os vencedores de cada uma das cidades. Em setembro, arrancamos com a fase de aceleração, com oito bootcamps semanais, ao longo de oito semanas. As startups, já mais evoluídas, vão validar e desenvolver o seu modelo de negócio. Acabamos o programa a 23 de outubro na Startup Braga, mesmo a tempo para seguir dali para o WebSummit. Resumindo: como podem as startups aproveitar este momento? Desenvolvendo os modelos de negócio e validando todos os seus componentes, para fazerem a diferença no setor turístico em Portugal. E por que não fazê-lo connosco?

 

De regresso a Portugal, o que trazes na bagagem para ajudar a economia do teu país?

Cheguei há três meses da China. Ainda olho para Portugal com algo novo, vejo uma evolução extraordinária. Os números da faturação no turismo não param de crescer, são impressionantes. Acredito que a verdadeira experiência portuguesa é feita com negócios genuínos, mas de qualidade. Vim de Macau, um território que depende essencialmente do jogo e que ainda não conseguiu diversificar a sua oferta turística. A minha experiência na China ensinou-me a relativizar as coisas, a olhar para os desafios com outra perspetiva. É isso que tento fazer nos projetos onde estou envolvida.  E porque um dos nossos objetivos é a internacionalização, uso os conhecimentos adquiridos para testar e validar modelos de negócio cujo alvo são os mercados chineses. Espero que seja assim, fazendo uma ponte para o mercado chinês, que na minha ínfima dimensão ajudo a economia do país.

 

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Quais são as tuas Apps e Startups de referência?

Adoro testar novas aplicações, apesar de reter poucas no telemóvel. Uma que me acompanha neste regresso a casa é o Waze. Para alguém tão desnorteada como eu é uma grande ajuda. Estou fã, além de que gosto sempre destes casos de sucesso. Outra que uso sempre em férias é o Storyo. Gosto da forma como organiza as fotos e faz pequenos resumos com vídeo e animação. Foi com surpresa que descobri que eram portugueses, quando eu já era cliente. Mas o conceito de shared economy é aquele que provavelmente mais revolucionou as nossas vidas e é impossível não referir Uber, Cabify e Airbnb, porque mudaram os nossos hábitos.

 

Marta que tudo corra bem!

Fotografia Lais Pereira

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