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StartApps

Um blog de Teresa Noronha sobre Startups, Apps e empreendedorismo em português.

Sobre a release party do Startup Guide Lisbon

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"This place is magical" foi a frase com que a Sissel Hansen, fundadora do Startup Guide, encantou todos os que estavamos na Sala. Ela que coloca de pé o livro que resume o ecossistema de startups em tantas cidades do mundo e isso é música para os nossos ouvidos.


 


Tendo como palco o Teatro São Luíz. um local lindíssimo, se é mesmo verdade que as próximas Rock-Stars são os empreendedores, foi o local perfeito para ouvir de mais do que um estrangeiro falar bem da nossa cidade e do nosso país.


 


É verdade que temos bom tempo, bom feeling, a "eletricidade" de que falavam e que todos sentimos, mas a verdade também é que as Startups de todo o país, em Lisboa, vão ter de fazer acontecer.


 


Porque têm a pressão de dar as cartas, mas porque também estão a jogar forte nas suas vidas. Porque muitas das empresas que "estão em jogo" não estão fisicamente sediadas em Lisboa e por isso têm custo de transporte, de deslocação e de presença. Cada dia em presença em Lisboa, é muitas vezes um dia em que não se desenvolve produto... e sabem que mais, estão à rasca, porque querem mesmo fazer acontecer!


 


É tão bom estar orgulhoso de tudo o que está a acontecer, é tão bom ver a criatividade estar a subir a rodos no mundo tecnológico aqui, onde estamos, está a ser espetacular. Mas, pondo os pés na terra e falando com algumas das 66 eleitas, percebemos que estão com os pés no chão e que em muitas daquelas vidas à o salto de fé de quem vai mesmo ter de fazer acontecer e isso emociona-me até ás entranhas. É preciso coragem, está a ser um investimento nas várias àreas das suas vidas.


 


Emociona-me ver as incubadoras a dar suporte às startups que ajudaram desde que nasceram e que essas incubadoras sonham ajudar a que estas pequenas startups venham a ser o nosso orgulho, empresas unicórnio. As incubadoras estão orgulhosas do que estão a ajudar a construir. 


 


A todas as pessoas que estão a apostar as suas vidas nos seus projetos em startups, quem realmente está a fazer acontecer todo este movimento, merecem todo o meu respeito. Vocês são mesmo o mais importante em Portugal sobre o que será o sucesso do WebSummit. É este o movimento que conta e eu como Portuguesa o que sinto é orgulho!

À conversa com #3: Beta-i (1ª Parte)

Em véspera de lançamento do Startup Guide Lisbon, retomo a conversa com Hugo Oliveira Media Relations & Business Development, e o Manuel Tanger: Co-founder & Head of Innovation da Beta-i que me receberam "em casa".

 

 

 

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 Fotografia Andreia Trindade

 

 

 

Como é que tudo começou até chegarmos à atual Beta-i?

 

Na altura nasceram duas frentes a Beta-i e a Beta-e. A Beta-i como Beta incubators e a Beta-e para entrepreneurs, já lá vão 6 anos. O Pedro Rocha Vieira que é um super networker nessa altura liga-se a pessoas que estão interessadas em fazer 3 interesses em comum: incubadoras, programas de aceleradoração e espaços de CoWorking. Na altura havia a Ycombinator nos Estados Unidos, o Startup Bootcamp na Dinamarca e pouco mais. Entramos num mercado em que era complicado perceber a nossa atuação e explicar os modelos de negócio. Na altura era tudo novo. O que o Pedro fez e muito bem, foi juntar estas pessoas todas que tipicamente interessantes, interessadas e com motivação com outras coisas em paralelo e disse: “Não vamos estar a dividir esforços para coisas que são relativamente próximas, vamos fazer uma coisa única, que tem isto tudo.” A Beta-i tem os conceitos de Aceleração, incubação tem coworking. É então criado com esta nova inovação dos freelances e inclui startups. O que é que era uma startup na altura? … Conceito difícil de explicar… E então juntam-se todos e cria-se a Associação que é a Beta-i. A Beta-e que era um projeto desaparece e a Beta-i fica o grande unificador destes pontos todos. Ficou o i porque dá para imensas coisas, incubação, inovação, investimento… muitos dos conceitos Beta-i.

 

 

 

A ideia foi logo os programas de aceleração ou era a partilha das estruturas, dos recursos para um bem comum?

 

Os associados traziam todos inputs, não só eram interessados como eram profissionais que estavam integrados em grandes empresas. Ou já tinham criado as suas startups ou já tinham conhecimentos técnicos fortes. Todos eles conseguiram trazer ativos para a Beta-i. A ideia era fazer algo que tenha uma missão mas sendo uma associação não lucrativa a ideia nunca foi de início gerar muito dinheiro para os associados. Era um pet project, um bocadinho à startup, um pet project, ver se cresce e depois logo se vê. Foi tudo bom porque agora estamos na fase do logo se vê!

 

Consideramos cedo que um dos pontos mais impactantes do projeto era a aceleração. Nessa altura lançamos os Beta-Talks e o TEDx, o primeiro TEDx em Portugal. Estávamos numa fase de reconhecimento, e este tipo de eventos eram ótimos para identificarmos quem era quem. Quem eram os investidores, a cara das pessoas e quais os seus papeis.

 

A Beta-i tem programas de aceleração na cidade, nas empresas e muitos outros a decorrer em paralelo. Ajuda-se a descobrir as tendências, ver novas possibilidades fora do contexto da própria empresa e isso trás de facto inovação. Faz-se planificação e eventualmente chega-se às equipas técnicas. Aqui é ao contrário do tradicional, em que o informático está numa sala longe da realidade em que as coisas estão a acontecer. Aqui as equipas técnicas são as Startups que têm um know-how um bocadinho novo, no sentido que percebem do cliente, já têm um sentido de mercado são pessoas mais completas. São pessoas mais universais.

 

E eles, as pessoas que estão com o seu projeto têm muito isso, são eles que propõem as soluções, há um nível estratégico e sobe tudo na cadeia de relevância e isso é muito importante.

 

A Visão do informático atual é muito mais universalista, tem de ser um bocadinho designer, tem de perceber um bocadinho de usabilidade, tem de perceber tecnicamente, também tem de conhecer a relação com as pessoas. Tem de ser vendedor, têm que saber vender o seu produto. Portanto torna-se um autêntico canivete suíço, muita versatilidade. Têm de ter outras competências que antes não tinham.

 

 

 

 

 

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 Fotografia Andreia Trindade

 

 

 

E o Lisbon Challenge, depois de tantas edições, esta é apenas mais uma?

 

O Lisbon Challenge é sem dúvida o nosso programa acelerador de bandeira e é de onde derivam os outros. Nós fazemos os Corporate, mas esses derivam de uma base muito sólida que é o Lisboa Challenge. Em cada Challenge nós temos cerca de 500 candidaturas, por isso temos uma base de alumni instalada. Temos uma base gigante de startups que vamos convidando a participar nos outros programas. Há sempre uma seleção, mas tudo o que são inovações de processo, começam no Lisboa Challenge e depois transitam para os outros programas. É o nosso programa mais avançado, o programa 100% Beta-i, os outros têm uma mistura e é um programa que não está limitado nem por industria, nem por tecnologia, nem por tema. É a nossa bandeira, continua a ser e a inspiração dos outros programas que fazemos.

 

Coisas curiosas, no primeiro Lisbon Challenge de todos tinha 75 Startups. Nós tínhamos começamos com um prémio de 250.000 €, rapidamente reduzimos para 20. Vimos que 75 Startups para dar apoio e estar com elas, uma a uma, é muito difícil. E hoje em dia vemos, num programa de 20 ou 15 o número de startups ideal.

 

 

 

Quais são as novas tendências para Apps?

 

As Apps que eram tipicamente de informação: recolha e disponibilização de informação, sem inteligência, o seu tempo já passou. Agora ou têm de ter componentes de inteligência artificial, ou muito ligado a sensorização. Um dos exemplos é Ectosense que é uma startup com uma App que é a Medical sense que ajuda a diagnosticar a apneia do sono, que é muito difícil de diagnosticar e é caríssimo. A única maneira de diagnosticar a apneia do sono é em sessões no Hospital. Com esta solução as pessoas para utilizaram a App durante uma semana, não têm de ter um quarto reservado num hospital, mantêm o conforto de estar na sua casa, sai muito mais barato para o país e no final dessa semana os médicos têm os dados todos que necessitam para diagnosticar.

 

Tendencias do momento: Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Sensores, Inteligência e os Bots é outra tendência relevante, para tarefas repetitivas. Tratamento automático das coisas, indústria 4.0.

 

Indústrias: Helth, Wellness, está a rebentar exatamente por causa dos sensores, que são cada vez mais leves, juntar este tipo de dados e combinar isto tudo, ainda está numa fase crescente e cheia de possibilidades para o que pode acontecer. Internet of Things (IoT), digitalização do processo industrial muito grande. Esse também é um tema muito quente e as Startups estão a entrar em força.

 

O Turismo é um foco forte. Pagamentos digitais, moedas virtuais. Uma ex startup de sucesso é sem dúvida a SIBS em Portugal.

 

Uma trend que consideremos que está a aumentar, a ligação máquina-homem: ou one hand bubble, faz uma coisa muito gira que é, primeiro a máquina e depois o homem a traduzir. E esta junção de valências de robotização associada a valências humanas, mas só naquilo que é importante, acho que também é uma tendência que vai estar aí muito interessante. Como por exemplo fazer uma pesquisa de 100 lugares de interesse para uma pessoa e depois de ter os 100 locais, a pessoa filtra 20. A pessoa é que escolhe, mas a lista dos 100 já não a teve de criar, porque havia 5000 locais na Base de dados.

 

 

 

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  Fotografia Andreia Trindade

 

(continua)

Lisboa Horizontal a App GPS para usar bicicleta no centro da cidade

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Lisboa está a fazer um esforço para ter uma mobilidade mais eficiente. Verdade seja dita que a fatura das obras ainda está a sair cara a tantos de nós que fazemos o dia a dia em Lisboa, mas, se é para melhorar, que seja em força.


 


Com o trânsito a ficar cada vez mais caótico, muitos de nós têm adotado novas formas de nos deslocarmos. Desde o inicio da Uber que foi hoje legalizada, até à adoção de mota por muitos, têm existido mudanças deste formato para todos os gostos. Eu passei a andar a pé todos os dias, é verdade! Exceção feita para longas distâncias e percebi que realmente algo tinha mudado quando vi o meu instrutor de carta de condução a deslocar-se de bicicleta este Verão. Ao mesmo tempo que fiquei surpreendida, achei piada, foi o click que me fez assumir que de facto algo está a mudar. 


 


Para que a bicicleta seja uma opção, para além da ciclovia que está a ser feita é bom ter uma noção de qual é o melhor percurso a fazer para quem se quer deslocar de bicicleta. A Lisboa Horizontal é a App que procura a melhor rota para uma inclinação mais plana, ou seja, com a menor inclinação possível para o trajeto que se pretende efetuar dentro da cidade. Caso pretenda fazer do percurso uma forma de treino, o percurso e a inclinação pode-se ajustar ao utilizador.


 


Esta App foi a vencedora do Vodafone BIG smart cities 2015  – competição promovida pelo Vodafone Power Lab. Encontra-se disponível por agora apenas para iOS. Anunciaram já que em breve terão a aplicação disponível também para Android.


 


Além do percurso, esta aplicação permite calcular tempos, distâncias, as calorias consumidas no exercício e a quantidade de CO2 que foi potencialmente poupada por ter sido utilizada a bicicleta como meio de transporte.


 



 

O melhor percurso para se deslocar de Bicicleta: Lisboa Horizontal

Lisboa está a fazer um esforço para ter uma ciclovia mais eficiente. Verdade seja dita que a fatura das obras ainda está a sair cara a tantos de nós que fazemos o dia a dia em Lisboa, mas, se é para melhor, que seja em força.

Com o trânsito a ficar cada vez mais caótico, muitos de nós têm adotado novas formas de nos deslocarmos. Desde o Uber ou Cabify, até à adoção de mota por muitos, têm existido mudanças deste formato para todos os gostos. Eu passei a andar a pé todos os dias, é verdade! Exceção feita para longas distâncias e percebi que realmente algo tinha mudado quando vi o meu instrutor de carta de condução a deslocar-se de bicicleta este Verão. Ao mesmo tempo que fiquei surpreendida, achei piada, foi o click que me fez assumir que de facto algo está a mudar.

Para que a bicicleta seja uma opção, para além da ciclovia que está a ser feita é bom ter uma noção de qual é o melhor percurso a fazer para quem se quer deslocar de bicicleta. A Lisboa Horizontal é a App que procura a melhor rota para uma inclinação mais plana, ou seja, com a menor inclinação possível para o trajeto que se pretende efetuar dentro da cidade. Caso pretenda fazer do percurso uma forma de treino, o percurso e a inclinação pode-se ajustar ao utilizador.

Esta App foi a vencedora do Vodafone BIG smart cities 2015 – competição promovida pelo Vodafone Power Lab. Encontra-se disponível por agora apenas para iOS. Anunciaram já que em breve terão a aplicação disponível também para Android.

Além do percurso, esta aplicação permite calcular tempos, distâncias, as calorias consumidas no exercício e a quantidade de CO2 que foi potencialmente poupada por ter sido utilizada a bicicleta como meio de transporte.

Lisboa Horizontal: Para quem quer deslocar-se de bicicleta

Lisboa está a fazer um esforço para ter uma ciclovia mais eficiente. Verdade seja dita que a fatura das obras ainda está a sair cara a tantos de nós que fazemos o dia a dia em Lisboa, mas, se é para melhorar, que seja em força.

Com o trânsito a ficar cada vez mais caótico, muitos de nós têm adotado novas formas de nos deslocarmos. Desde o Uber ou Cabify, até à adoção de mota por muitos, têm existido mudanças deste formato para todos os gostos. Eu passei a andar a pé todos os dias, é verdade! Exceção feita para longas distâncias. Percebi que realmente algo tinha mudado quando vi o meu instrutor de carta de condução a deslocar-se de bicicleta este Verão. Ao mesmo tempo que fiquei surpreendida, achei piada, foi o click que me fez assumir que de facto algo está a mudar.

Para que a bicicleta seja uma opção, para além da ciclovia que está a ser feita é bom ter uma noção de qual é o melhor percurso a fazer para quem se quer deslocar de bicicleta. A Lisboa Horizontal é a App que procura a melhor rota para uma inclinação mais plana, ou seja, com a menor inclinação possível para o trajeto que se pretende efetuar dentro da cidade. Caso pretenda fazer do percurso uma forma de treino, o percurso e a inclinação pode-se ajustar ao utilizador.

Além do percurso, esta aplicação permite calcular tempos, distâncias, as calorias consumidas no exercício e a quantidade de CO2 que foi potencialmente poupada por ter sido utilizada a bicicleta como meio de transporte.

Esta App foi a vencedora do Vodafone BIG smart cities 2015 – competição promovida pelo Vodafone Power Lab. Encontra-se disponível por agora apenas para iOS. Anunciaram já que em breve terão a aplicação disponível também para Android. Já se encontra disponível também para a cidade de Bruxelas e a ideia é estender a muitas cidades.

Knok Healthcare: App "Uber" para chamar médicos

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A Knok é uma App que liga médicos a pessoas que necessitam de consultas. É o sonho de qualquer cidadão, que ao toque de uma App possa chamar um médico de serviço na sua zona de residência, no conforto de sua casa, sabendo a distância a que o médico se encontra e o valor que irá pagar pela sua consulta. 


 


Como é que funciona? Existem duas Apps disponíveis:



  • uma para médicos que se podem registar indicando os seus dados (incluindo o nº Oficial da Ordem dos Médicos) e passando o processo de admissão na plataforma;

  • e outra disponível para os utentes.


 


A Knock também disponibiliza os seus serviços na web, pelo que mesmo que não tenham Smartphones ou tablets podem facilmente aceder a este serviço, basta terem um pc ligado à internet.


 


Como é que funciona na ótica do utente? Registamos os nossos dados e o local onde nos encontramos e pesquisamos e os médicos que se encontram na nossa zona, por especialidade pretendida (saúde mental, outras especialidades, saúde do adulto ou do idoso, saúde da criaça ou todas).


 


 


A Aplicação devolve a lista de médicos na proximidade, com os seus dados: fotografia, nome e o valor que cobram pela consulta, classificação e distância. De seguida podemos selecionar o médico que pretendemos e aí conseguimos ver qual o valor que pode ser reembolsado pelo consulta, a formação, áreas de diferenciação e as Línguas que domina.


 


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De seguida é pressionar a opção escolher, existe um esclarecimento sobre o reembolso pelo seguro e outro relativo a tratar-se de uma consulta e não de um serviço de urgências.


 


De seguida selecionamos a opção escolher e aí descrevemos quais são os sintomas que o levam a pedir uma consulta. Pede para confirmar se a consulta é para a pessoa que se registou ou para outra pessoa e para confirmar o local da consulta e de seguida chama-se o médico.


 


Esta solução encontra-se disponivel para as cidades de Lisboa, Porto e Braga.


Durante o percurso a pessoa pode ir acompanhando onde é que o médico se encontra naquele momento.


 


A melhorar: disponibilização da App para uso dos cidadãos em versão Android.


 


Quando tive conhecimento através da Beta-i desta aplicação fiquei entusiasmada e surpreendida por ainda não a conhecer. A ideia pareceu-me excelente e parece que não foi só a mim, a Knok é uma das 66 startups portuguesas que passou ontem o road2websummit.


 

"O que é que aconteceu ontem do Web Summit?"

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 Várias pessoas me perguntaram: "O que é que aconteceu ontem do Web Summit?"


 


Há volta do Evento principal que é o Web Summit, existe um programa para as Startups Portuguesas que é o ROAD 2 WEB SUMMIT, que traduzido dá algo como "a caminho do Web Summit" e que consiste na promoção e suporte a projetos que se destacam em Portugal pelo seu potencial inovador e que garante o acesso ao Web Summit e assim aceder ao ambiente empreendedor do evento principal.


 


Foram assim escolhias 66 startups portuguesas, que irão apresentar os seus projetos no Web Summit com um Pass Apha e 7 Startups ganhadoras irão conhecer os lideres politicos que estarão presentes no evento tecnológico.


 


Ontem decorreu o Evento em Lisboa em que estiveram presentes várias entidades e onde foi divulgada a lista das 66 empresas portuguesas que irão apresentar os seus projetos no Web Summit. 


 


Paddy Cosgrave, CEO do Web Summit deixou a seguinte mensagem a estas Startups:


" Vocês estão a jogar em casa, vocês têm todas as cartas na mão, vocês devem mandar no jogo! Toda a gente vai estar a questionar-se sobre o que fazer em Lisboa e vocês sabem a resposta, por isso vão e tirem o melhor partido disso!”


 

O Sapo faz 21 Anos

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O Sapo é para mim uma referência associada à internet. Recordo-me bem dos primeiros tempos de internet, quando nos ligávamos a um router que fazia uns ruídos muitos estranhos, apenas comparados com os que apareciam nos filmes, quando os humanos tentavam contactar seres de outras galáxias!


 


O primeiro motor de busca que utilizei era o portal do sapo e obter respostas “rápidas” era espetacular, tinha algo de magia em crescente. Era um rápido diferente dos dias de hoje, mas era um grande avanço face à pesquisa na enciclopédia.


 


Lembro-me de ligar o computador, aguardar o acesso à internet por router e ir ao portal do sapo. Havia notícias, passatempos e acesso ao e-mail do sapo. Fui grande participante de passatempos, ganhei bilhetes com fartura, recordo-me em particular dos concertos na Gulbenkien. Também me recordo de enviarmos e-mails com fartura, com piadas, coisas engraças ou sérias para uma lista gigante de mail… eram os primórdios das redes socias.


 


Durante estes 21 o Sapo manteve-se ativo e conseguiu crescer como poucos.


 


Hoje mantem-se presente em várias plataformas. Também as fazem parte dos serviços que nos disponibilizam. Tornou-se líder de internet em Portugal, disponibiliza aplicações móveis, aplicações TV, cria e disponibiliza produtos tecnológicos e uma plataforma de e-commerce.


 


Tem estas 11 aplicações disponíveis para Android


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E 9 aplicações para iOS


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Já tive a oportunidade de partilhar convosco a utilização de uma destas Apps, o Sapo Sabores, que recomendo. Outras virão certamente, nesta admiração que levou também à escolha da plataforma do Sapo quando decidi criar o Blog.


 


O Sapo é para mim uma marca de confiança e de continuidade na realidade tecnológica em Portugal.


 


O Sapo está de Parabéns, mas os presentes temos tido nós ao longo destes anos. Casos queiram participar na celebração destes 21 anos do Sapo, vejam como no Buzz do Sapo 21 anos.


 


Parabéns Sapo tens estado muito forte!

Beta-i: A empresa organizadora de eventos em torno de startups e inovação

Entrar na Beta-i é entrar num mundo de gente preenchida de vida, ideias e afazeres. O ambiente traduz bem porque é que conseguem alavancar inovação na realidade empresarial Lisboeta. Ali toda a gente é bem recebida e se sente em casa. Por isso facilmente se trabalha, dá-se 2 dedos de conversa e se luta por fazer bonito. Para mim estas são as razões do segredo de serem quem são. São pessoas de Alma preenchida e que fazem acontecer com o conforto de quem se sente em casa.


 


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 (Fotografia Andreia Trindade)


 


 


Conhecer a principal actividade da Beta-i é conhecer a forma como uma empresa organiza eventos tendo como foco formar empreendedores em torno dos conceitos Startup e inovação.


 


Das várias áreas de atividade a principal é o Lisbon Challenge que é considerado o segundo maior acelerador da Europa pela Fundacity. Este programa acontece duas vezes por ano com uma Edição Fall e Spring. É um programa acelerador de 10 semanas, ou seja 3 meses. Para a Edição que está agora a começar, receberam entre 400 a 500 candidaturas, para selecionarem 18 equipas. São muitas entrevistas, muitas conversas com investidores, depois tentar não ter duas ideias parecidas e entre 60% a 70% das equipas são internacionais, vêm de fora, vêm de Londres, Brasil, da Europa do Norte, de Leste. É de um conjunto de entrevistas, muitas delas por skype e da opinião dos juris que é contituido por pessoas da Beta-i, por outras start-ups e empresas que já passaram também elas pelo Lisboa Challenge que são selecionadas as equipas. E é bom, a Beta-i sente-se recompensada porque entre a possibilidade de poderem concorrer a todos os programas de aceleradores de empresas no estrangeiro, existem empresas que de raiz só concorrem ao Lisboa Challenge e que só se não se conseguirem apurar vão aos de outras cidades. Hoje em dia existem outros programas, quando começaram o Lisbon Challenge era o único grande programa acelerador em Lisboa.


 


Têm também um programa pré acelerador que se chamar Beta Start, com pessoas na fase de terem uma ideia. Este programa é para pessoas que não sabem se aquela ideia pode gerar negócio e a Beta-i insentiva a que as pessoas testem o negócio. O que é que acontece? Ás vezes as pessoas ou prescindem ou da profissão ou de tempo com a família para presseguir uma ideia e chegam ao fim de 2 anos e percebem que a ideia não se justificava. Ou não é execuível, ou o mercado não existe, ou alguém se lembrou e já fez melhor. O Beta Start o que faz é testar essa ideia, expor a ideia a outros empreendedores e pessoas que conhecem o mercado e ajuda a perceber se a ideia tem pernas para andar. Também ajuda à procura de números, ver se o mercado existe. No final existem pessoas que mudam a ideia inicial para algo diferente, outras desistem da ideia ou então acham que é uma boa ideia!


 


Por exemplo está agora uma pessoa que participou neste programa que queria montar uma oferta de turismo só para a indústria de casamentos, atrair pessoas de fora para virem a Lisboa fazer os casamentos. Lisboa é mais barato para se alugar um local para a celebração e festa do que a maioria das cidades da Europa, é seguro, tem bom tempo o ano todo e ela queria saber se esta ideia tinha potencial ou não. O Turismo de Portugal deu alguns dados, de quantas pessoas é que chegam, quantas pessoas é que casam ela está a avançar com a ideia.


 


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Smart Open Lisboa está a decorrer, cada pessoa é uma start-up e este é um programa com a Câmara de Lisboa. Foram selecionadas 9 Start-ups de 70 que concorreram para contribuirem com soluções para tornarem Lisboa uma cidade mais inteligentes. Todos os dados que estão a trabalhar são reais, seja sobre ruído, trafego, alguns têm um engagement social, aplicações tecnológicas para trabalhar com sem abrigo por exemplo. A Câmara Municial de Lisboa, o Turismo de Portugal, a Cisco e a PT (estes 2 últimos como parceiros tecnológicos) criaram uma plataforma tecnológica e de dados onde as concorrentes vão buscar a informação para comporem as soluções que acreditam ajudar a cidade de Lisboa, a ser mais inteligênte. A Câmara Municipal de Lisboa endereçou alguns problemas que queria ver resolvidos e estas equipas estão a trabalhar em situações reais. E a Câmara de Lisboa abriu a cidade e eles estão no terreno e vão medir e ver como resolver os problemas que a Câmara identificou. Este é um programa de aceleração também.


 


Existe também o programa de aceleradores verticais, um acelerador só numa indústria, a diferença entre este e o Lisbon Challenge é que o Lisbon Challenge é transversal, vêm pessoas do turismo, da área médica, como a Knok que é uma espécie de Uber para médicos, na área dos Seguros.


 


Beta-i_4.jpg(Fotografia Andreia Tindade)


 


Em breve teremo novo post em formato "Á conversa com" com mais informação útil recolhida junto destes senhores, por hoje conhecimento sobre os programas de aceleração de StartUps da Beta-i.

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