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StartApps

Um blog de Teresa Noronha sobre Startups, Apps e empreendedorismo em português.

Ideias Tech #1

A Ideias Tech é uma nova rubrica no blog, que mostra alguns artigos que se encontram no mercado e me chamam a atenção, por alguma razão. Uns porque são giros, outros porque são úteis, porque são originais ou porque podem ser uma prenda para quem é especial. Espero que gostem da seleção incial.


 


 


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Dúvidas e sugestões são todas bem-vindas.


 


 


 


 


 


 


 

Apps e Start-Ups

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Quando se fala de Apps, facilmente nos envolvemos com uma conversa sobre start-ups, porquê? 


 


Uma startup é a uma nova empresa que se encontra à procura de um modelo de negócio, sabendo que este investimento integra risco associado a condições de extrema incerteza. Porquê? Porque é um modelo inovador e que por isso não foi testado, não existe histórico de sucesso ou insucesso. Pode correr bem a forma como se pensou viabilizar o trabalho que está a ser feito, podem ter de se ajustar parâmetros, formas de trabalho, modo de relacionamento com os clientes, fornecedores, enfim um modelo em que obrigatoriamente tudo tem de ser posto em causa.

Quando se parte para uma aventura destas, eu diria que se faz porque é de facto considerado a ideia da vida e está-se disposto a gastar ali umas fichas valentes do jogo da vida para ver se dá certo, porque há gosto, paixão, porque é mesmo aquilo que se pensa ser bom, acrescentar valor e que vai fazer a diferença no mercado.


 


Com o blog percebi que a maioria das Apps de sucesso, que são diferenciadoras, são Start-Ups com novos modelos de negócio que se vêm permanentemente a ser desafiadas pelo mercado e por perceberem como podem viabilizar as suas ideias e o trabalho que já foi investido e que querem que se torne sustento para sim e para os que se juntaram ao grupo.



O modelo de negócios é a forma como uma start-up gera valor, ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro. Por exemplo, um dos modelos de negócios do Google é cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados das pesquisas. Mas também grandes sucessos como as Apps de colaborativos (Facebook, Instagram, WhatsApp, passaram por este desafio).



De acordo com o conceito de Start-Up, este modelo deverá poder ser repetível. O que significa ser capaz de entregar o mesmo produto numa escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente.


 


O outro desafio de uma start-up é que o seu modelo seja escalável, ou seja que consiga crescer cada vez mais, sem que com isso necessite de alterar muito o seu modelo de negócios. Crescer em receita, mas com os custos a irem aumentando de uma forma muito lenta.


 


Neste contexto, as empresas, as pessoas que vão tendo boas ideias para novas Apps e que gostariam de ver essas ideias materializadas procuram quem os possam ajudar e ajudar a encontrar o seu modelo de negócio. Esta semana vamos estar a falar sobre Start-Ups de Apps aqui no blog.

Apps que fazem falta #4: App do Emigrante

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 (Fotografia retirada da internet)


 


Ser Verão e não falar de emigrantes num blog, seria no mínimo falta de respeito. Mas a verdade é que já passei pela mesma situação; já fiz as malas e voei com a minha filha que tinha apenas 2 meses e com as minhas duas gatas, para ir ter com o meu marido, que entretanto foi à frente. Será um exagero dizer que fui emigrante, porque fui por pouco tempo, mas verdade seja dita que me lembro bem do sentimento de falta de pertença. Também considero que me abriu os horizontes, reduziu-me os medos, tornou-me mais tolerante com outros usos e costumes e sobretudo deu-me uma visão de que o mundo inteiro afinal não é assim tão imenso e que o Canadá passou a ser logo ali, na próxima paragem do avião. 


 


Nesta experiência por vezes senti-me à deriva, apesar do apoio de todas as pessoas. Não existia uma informação estruturada como por exemplo, caso seja português e queira emigrar para o destino X, faça isto: e apareceria uma lista lógica de coisas com os respetivos locais onde se tratar das mesmas, de preferência com moradas e valores. Daí esta sugestão.


 


Funcionalidades:



  1. Escolha o País, Cidade e Região;

  2. Tratamento do Processo de emigração:



  • Passaporte: local, morada, documentação e valor a pagar;

  • Segurança Social: local, morada, documentação e valor a pagar;

  • Saúde: local, morada, documentação e valor a pagar;



  1. Portal de Emprego



  • Como arranjar emprego?


    • Profissões;

    • Sites de Emprego;

    • Sugestões.




  1. Transportes

  2. Como arranjar casa

  3. Informações Gerais



  • Onde comprar produtos portugueses;

  • Comunidades de portugueses;



  1. Notícias



  • Emigrantes Portugueses no Mundo;

  • Artistas Portugueses de visita;


 


Eu sei e parece básico, mas a verdade é que esta informação bem estruturada pode ajudar muito, e muitas vezes ajuda a desfazer equívocos. O contacto com os nossos, em situações de emigração ajuda a esbater a saudade, a partilhar e a confortar, sobretudo pela ausência do tudo o que se era antes de ir para fora. Aqui fica a ideia e o desejo de umas excelentes férias, de preferência em Portugal, para todo o emigrante Nacional!


 

Apontamento de Humor #1

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 (Fotografia Isabel Saldanha)


 


Aquele momento em que durante a minha experiência na Uber estou eu muito concentrada a fazer perguntas ao condutor sobre a forma de funcionamento do conceito da marca,


- Então e conte-me lá gosta de trabalhar para a Uber?


- Sim gosto, não estou com eles assim à tanto tempo, comecei à poucas semanas mas estou a gostar.


- E gosta desta forma de trabalhar?


- Gosto, gosto das pessoa que constumo transportar. Está a ter um enorme sucesso. Até Engenheiros já transportei…


E eu percebi, pele enésima vez na vida que eu não tenho qualquer possibilidade de ser representativa da classe. Só faltou dizer a célebre frase com que tanta gente que me conhece me brinda, “- Nem parece que és de Lisboa” e tinha em duas penadas arrumado comigo a um canto.


 


Bom fim de semana!

Partilha: Como comecei a utilizar Apps a sério

capa-artigo-ideias-decorar-loja-roupa.jpg


 


(Fotografia retirada da internet) 


 


Neste ano em Janeiro, nos saldos decidi fazer uma lista de peças de roupa “que precisava”. Fiz a lista de forma organizada, com a ajuda dos sites online e escolhi algumas peças para comprar. As peças de roupa eram das grandes cadeias de lojas, não eram peças exclusivas ou de tratamento especial. No fim-de-semana dirigi-me a uma dessas lojas, com a minha lista em papel, para comprar as peças. Na lista para além da identificação da peça tinha colocado o preço.


 


Chego à loja onde tinha identificado um artigo e vejo que o mesmo artigo que no site online custava 19,99€ estava na loja a 39,99 € e pensei, “estou enganada”. Fui ver a referência, batia certo com a que tinha. Coloquei a segunda hipótese que me passou pela cabeça, “Este deve ser o preço de ontem e hoje como é fim-de-semana o preço voltou ao valor anterior aos saldos.” Falei com a Senhora da loja que me confirmou que era o mesmo artigo, mas deixou a nota que os preços online podiam não ser os preços de loja. E eu pensei, “está bem, mas uma diferença de 50% não faz sentido...”


 


Voltei a casa (nessa altura nem me passava pela cabeça ter uma App de lojas de roupa no telemóvel), fui ao computador, entrei no site e lá estava, o artigo que eu queria 19,99 €. Depois vi no site que existia uma lista de artigos de desconto online, com grandes diferenças de valor. Depois questionei-me, “Mas será só esta marca?” Fui ver e havia várias marcas de roupa, com o mesmo tipo de promoção de artigos online.


 


Nessa altura registei-me nos sites online para receber as campanhas e descarreguei as Apps das marcas das lojas onde compro roupa. Passei a ver se a mesma peça de roupa não tem descontos na loja virtual, não vá eu estar a pagar o dobro do valor da peça. 


 


Por norma, caso não exista a promoção de entregas gratuitas costumo levantar a roupa na loja. Acontece entrar na loja e ver a peça que comprei online e que vou buscar ao balcão, estar a ser vendida ao dobro do preço que comprei e dá-me vontade de dizer às pessoas para comprarem online.


 


E é por isso, porque considero que a utilidade das Apps e a possibilidade de acesso às plataformas móveis dá uma maior oportunidade, flexibilidade e possibilidades financeiramente mais atrativas. Experimentem e verifiquem na vossa vida se não se estão a esquecer de equacionar se os valores de venda dos produtos na loja não são mais baratos online. Deixo-vos a dica.


 


 

1 mês de Blog

Saldo positivo. 29 posts depois, com 1.342 visualizações na página do blog e  alcance de 2.113 pessoas no Facebook. Obrigado por cada visualização, por cada like, por cada partilha.


 


Coisas boas que aconteceram:


 


#1 O Plano de Leitura Ler+ achou boa a ideia de criar uma App;


 


#2 O assessor técnico da Direção da APAV comentou o meu post sobre a App InfoVitimas e indicou-me que a proposta de melhoria estava já prevista numa próxima fase;


 


#3 A Simpatia da equipa da Bizidog que até publicaram o meu post sobre a sua App na página de facebook;


 


#4 A Fernanda Camargo da App Mãe Coruja comentou o meu post e diz que adorou a “resenha”;


 


#5 O contacto da AMA sobre o meu Post sobre a App do Mapa do Cidadão;


 


#6 O destaque por parte da equipa do blogs.sapo.pt quando criei o blog;


 


#7 A Reportagem do MyTaxi e Uber, que adorei fazer;


 


#8 O Shooting com a Isabel Saldanha. Digo a brincar que fiz o blog só para ter uma boa desculpa para fazer um shooting com ela e recomendo. Com ou sem blog, é uma experiência ótima. Para além de ser uma pessoa cheia de interesse a Isabel é uma grande profissional e adorei o resultado.


 


#9 Todos os comentários amigos foram importantes. Desde as recomendações de Apps novas, até aos avisos sobre erros gramaticais e ortográficos. Tudo foi importante;


 


#10 Ter noção que há muito espaço para melhorar, na forma de comunicar, no formato como transmito as minhas ideias e perceber o que tem mais impacto e aceitação. Existem Apps que adoro que tiverem poucas visualizações e outras que foram surpresas absolutas.


 

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