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StartApps

Um blog de Teresa Noronha sobre Startups, Apps e empreendedorismo em português.

App de informação sobre Incêndios: Fogos.pt

Escrito o ano passado... podia ter sido ontem.

 

Este Verão em Portugal, foi pautado por muitas coisas, mas uma delas infelizmente foi a quantidade de incêndios que ocorreram pelo país. Esta devastação da natureza em mim causa uma tristeza profunda, das que cala cá dentro, porque nada do que se diga vai poder alterar ou trazer de volta o que era, o que se perdeu.

 

 

 

Neste assunto incomoda-me tudo. A falta de prevenção, a falta de respeito, a falta de preocupação com o planeta e com as gerações futuras. A falta de justificação, é isso, é a ausência de justificação para a utilização destes meios com um propósito que só tem final e é ausente de boa intensão. Nestas alturas tenho dificuldade em entender o que move as pessoas a fazerem o que estão a fazer. 

 

 

 

Neste contexto foi disponibilizada a App fogos.pt. Nesta App é possível em tempo real saber quais são os incêndios que se encontram registados, qual o estado e a localização dos mesmos. É uma App útil e importante, que presta serviço público à comunidade.

 

 

 

fogospt.jpg

 

 

 

Já sabem, informação credível sobre fogos, descarreguem Fogos.pt. Esperemos que não seja necessária muita utilização... 

 

 

 

Á Fogos.pt, parabéns pelo serviço que prestam e que ajuda a informar os cidadãos. Gosto destas Apps de serviço gratuito de informação.

App Top Gerês

Geres_2.jpg


  (Fotografia Teresa Noronha)


 


Quando era pequena passeava no Gerês, de férias, com os amigos herdados por parte do meu pai, que eram do Porto. Do que me recordo é de uma paisagem espetacular, de um verde extraordinário, de passear numa carrinha com o meu pai, o amigo e as duas famílias. Ao todo eram duas familias de 4. O meu pai tinha neste seu amigo uma amizade verdadeira, uma alegria permanente que se repetia todos os anos. Quando nos encontravamos sabiamos sempre que era um tempo de grande alegria. Eram amigos da tropa, do Ultramar. A história que se cruza com a nossa vida.


 


Nestes momentos de alegria, nunca pensei quando estavamos a passear que não tinhamos praia, ou que o melhor era estar a banhos, assim meia mole a ver os dias passar. Tudo isto é o que me faz recordar o Gerês.


 


Este ano, a minha "Tropa do Caminho", também galgou o Gerês e eu senti uma grande alegria ao ver as imagens partilhadas e aquele verde, aquela Luz e os rios. Tanta vida em conjunto, reportou-me à minha alegria, ao meu pai, ao Videira, á Ana e a alegria da amizada que se cumpria também em nós crianças. Em mim, na minha irmã, no Zé e no Luís. E por isso mais uma vez acho graça, que a vida seja assim e que a minha "Tropa do Caminho" esteja sedeada no Porto.


 


Estas situações levaram-me a instalar uma App: TopGerês e esta semana só vos falo de Apps bem conseguidas. A Top Gerês é uma App com boa informação, credivél e de confiança.


 


É uma App simples com disponibilização de informação nas áreas de: Alojamento, Restaurantes, Pontos de Interesse e Atividades. Informação boa e credível. Acredito que a App ainda esteja em evolução.


 


O meu conselho é que não fiquem pela App e que sirva apenas para vos aguçar o apetite, para escolherem um excelente destino para o contacto com a natureza, a alegria e a diversão. 

App Casamentos.pt

Casamento.png


 (Fotografia retirada da Internet)


 


Esta App funciona, é o que vos tenho a dizer. Porque tenho amigas que estão noivas e outras que estão a ajudar a preparar casamentos, decidi investigar a App e gostei!  


 


Esta é uma App que é agrádavel, tem as funções que se espera e vai um pouco mais além. Boa informação, usabilidade e um toque de requinte. 


 


A Área Organizador contem:


1. Lista de Tarefas;


2. Gestão da Lista de Convidados:



  • Se é da parte da noiva ou do noivo;

  • Se está ou não confirmado;

  • A que grupo pertence (familiar de, amigo de...)

  • Se é adulto ou criança e contabiliza logo para o número de pessoas e ementa associada de acordo com este perfil;

  • E faz uma estatística sobre os convidados, quantos homens, mulheres, crianças e bebés.


3. Gestão da Lista de Fornecedores:



  • Espaço;

  • Catering;

  • Fotografia;

  • Video;

  • Música;

  • Carro dos noivos;

  • Convites;

  • Lembranças;

  • Flores e decoração;

  • Animação;

  • Organizadores;

  • Bolos;

  • Noiva e Acessórios;

  • Beleza e saúde;

  • Orivesaria;

  • Lua-de-mel.


4. Gestão de Orçamento;


5. Escolha de Vestidos.


 


Existe uma Área de Inspiração com as áreas de: 



  • Crónica de Casamento;

  • Catálogo de Vestidos;

  • Ideias e Conselhos


 


Tem uma área colaborativa que se chama Comunidade para os noivos e organizadores falarem de tudo o que lhes importar, com a certeza que alguém do outro lado está interessado no tema.


 


Há um sorteio de 1.00 Euros e todo o suporte para criar site, Wedshoots e tudo o que imaginarem!


 


Quando testei Quintas e locais, aparecem imensas, com informação completa desde os locais ao orçamento por ementa. Quando pesquisei vestidos, também funcionou como esperado. Parece-me por isso que os noivos deste país têm muito a ganhar em utilizar esta App organizadora e cheia de ideias e de indicações.


 


Força nisso, façam deste dia um dia muito especial!  (Casamentos.pt, quanto a mim, estão de Parabéns.)


 

Jogo: Pokemon go e um novo mundo pela frente

Pokemon_Go.jpg


(Imagem retirada do Youtube)


 


 


Desde sexta-feira, dia 15 de Julho de 2016 que o Pokemon Go está oficialmente disponível em Portugal. Toda a gente sabe, toda a gente se questiona e toda a gente acaba por instalar.


 


A história do jogo é apanhar e treinar Pokemons que se encontram em locais, mais ou menos próximos do jogador e chegando ao local apanhamos virtualmente o Pokémon no Pokémon spot.


 


O que tem de extraordinário? O facto da Nintendo ter conseguido concretizar algo que há muito se considerava o futuro da tecnologia, mas que tem sido difícil de alcançar. A conjugação do mundo real com o mundo virtual.


 


O que é que se diz? Que está tudo louco! Mas a verdade é que nem que seja para experimentar a tecnologia o melhor é não viver na ignorância e caçar uns Pokemons.


 


É ver mães a esperarem pelos filhos que na rua à medida que vão passando vão apanhando os seus pokémons. Existem cidades como Guimarães a apostarem forte nos pokémons para obterem mais circuito turístico, já foi criado o serviço de táxis que fazem circuitos para ajudarem os jogadores a apanharem mais rapidamente pokémons, é todo um novo conjunto de opções que inicia, com algum exagero, como acredito que tenha sido quando apareceu a televisão… mas um pouco mais à frente.


 


Considero que o futuro passa pela utilização de serviços em modo virtual, a possibilidade de apontar um smartphone e saber se algum dos carros que se encontra ali presta serviços de transporte, ou a indicação de qual a distância a que o carro de serviço de passageiros mais próximo se encontra e isso agrada-me. O facto de poder informar a leitura da água, gás e eletricidade de uma forma virtual, facilita. O sonho de estar em casa com o último pacote de leite, apontar o smartphone e passar a constar na minha lista de compras.


 


É uma grande alteração, é um passo grande tecnologicamente falando para o qual nos estamos a preparar.


 


Considero que a ideia não é vivermos no mundo virtual, seja das Apps, seja da novela da noite, a ideia é retirar partido do que passa a estar à nossa disposição, com alguma consciência.


 


Percebo que o tema das crianças é o mais sensível e que o apelo à natureza, a viver, a sentir, a correr terá de ser sempre o primordial, sobre pena de não saberem quem são. Considero também que devem existir regras que devem variar por idades. Mas considero que não devemos excluir do conhecimento e como em muitas coisas, deverá ser um conhecimento partilhado. Aqui fica o alerta da PSP.


 


Aqui no blog o tema deste tipo de aplicações vai ser abordado. Caso queiram fazer questões, sejam vossas, dos amigos, caso considerem mais ou menos tontas todas são válidas. Estejam à vontade para perguntar e partilhar artigos. Aqui o espaço também é vosso!

One Touch Reveal: App de apoio ao controlo da diabetes

No último relatório de estudo da Diabetes em Portugal que ocorreu em 2015, sobre os dados de 2014, a prevalência estimada da Diabetes na população portuguesa com idades compreendidas entre os 20 e os 79 anos (7,7 milhões de indivíduos) foi de 13,1%, isto é, mais de 1 milhão de portugueses neste grupo etário tem Diabetes.


 


A diabetes é uma doença que necessita de controlo dos valores de glicémia e para isso são utilizados marcadores com testes. Estes marcadores com testes são vendidos na farmácia e possibilitam fazer o controlo dos valores da glicémia e caso seja necessário verificar se é necessária a administração da injeção de insulina.


 


 


Diabetes_2014.png


 


 


Neste contexto a Lifescan, melhorando a sua oferta e facilitando a vida de quem tem de lidar com esta doença no dia-a-dia, lançou uma App que sincroniza com os seus marcadores e possibilita de uma forma automatizada o registo dos valores de glicose no sangue. Este registo possibilita várias coisas, como:



  • Apresentar a evolução dos valores ao seu médico assistente


 


 


One Touch Reveal_1.jpg


 


 



  • Detetar padrões de ocorrência de picos de glicémia no sangue;

  • Representação gráfica dos valores por dia nas diferentes horas do dia;


 


 


One Touch Reveal_2.jpg


 


 



  • Ter alertas para os horários em que deve fazer os testes com o marcador;

  • No caso de acontecer algum problema de saúde à pessoa que está a utilizar a App, apenas bastará que acedam à App para obterem o registo do estado da diabetes nos últimos tempos.


 


 


One Touch Reveal_3.jpg


 


 


Para além destas funcionalidades possibilita que no caso de estar a ser utilizado o marcador o utente se desloque ao seu médico e caso ele tenha a App instalada em algum equipamento, o utente pode descarregar através de sincronismo direto, todas as ocorrências dos últimos dias, mesmo que o utente não tenha feito nenhum apontamento.


 


Esta App que funciona com os marcadores da Lifescan, também funciona com a introdução manual dos resultados. Ou seja, não depende do sincronismo. Caso esteja a utilizar outros marcadores e queira utilizar a App e os registo que tem acumulado, pode fazer de uma forma manual e sem perder o histórico dos mesmos.


 


Como não tenho esta questão na minha vida, pedi a um amigo para utilizar esta solução. Foi com base em informação real que foram capturadas as imagens. Ambos consideramos útil para qualquer pessoa que tenha ou venha a ter de lidar com a situação esta facilidade no registo e a possibilidade de o ter sempre por perto.


 

À Conversa com #2:Tap My Back (2ª Parte)

14.jpg


 (Fotografia Andreia Trindade)


 


Continuação da conversa com o Guilherme Duarte da Tap my Back, que teve inicio aqui


Hoje deve de estar tudo motivado!


 


Para feedback, para além de ouvirem os clientes, usam analytics?


Sim temos muita preocupação em utilizar a componente analítica. Temos uma preocupação na medição constante e em tomar decisões sempre com base nos dados e não no instinto, que é sempre difícil, porque temos sempre uma ideia que devemos ir num determinado sentido. Embora surjam daí as ideias, se tivermos uma base analítica para tomarmos decisões é muito melhor. Focamo-nos muito nisso. Saber quais são as funcionalidades que as pessoas estão a usar, quantos taps dão por semana, se instalam a aplicação quantos dias demoram a usar, etc.


 


O vosso modo de funcionamento disponibiliza uma versão trial? Este modo funciona bem?


Sim funciona. Temos empresas que descarregam a aplicação, adicionam as equipas, utilizam a versão trial e no final compram a licença e nós nem tivemos nenhuma interação até à altura com o cliente e é na altura do pagamento que sabemos, “Olha recebemos um cliente novo.”


A Tap My Back diz que funciona em qualquer tipo de equipamento, desde o PC até qualquer um dos dispositivos móveis. Sendo esta uma das principais problemáticas na construção de Apps, como é que resolveram esta situação?


Inicialmente quando montamos o Tap My Back era uma web App para correr nos browsers, via internet. Nós não desenvolvemos produtos nativos, para iOS, Android, Microsoft, o que nós temos é o código base que é da web App e depois utilizamos um ambiente de desenvolvimento que faz a exportação do código web para as aplicações e garante que funciona em todos os dispositivos e plataformas.


Eu utilizo durante o dia de trabalho na web e em casa utilizo a versão mobile, acaba por ser para usar nas duas plataformas. Quando estamos a falar de empresas com 30 pessoas, que não estão sempre juntas, porque estão em cliente ou porque estão aqui ou ali, essa importância é maior, porque eu posso à distância reconhecer alguém, dar-lhe os parabéns perante toda a gente e se calhar metade da equipa está espalhada e não se vêm, só nas festas da empresa e assim podem ver quem é que está a fazer um bom trabalho. Então às vezes o critério não é tanto a dimensão da equipa, mas a forma como eles operam.


 


Metodologia, vocês utilizam?


Scrum adaptado à nossa flexibilidade. Temos algumas rotinas definidas, com reuniões de 5 minutos de final do dia só para fazer o status, uma reunião mensal para programar o mês todo, uma reunião heack days em que temos um desafio específico que tem de ficar resolvido naquele dia, hands-on.


 


Novos produtos ou novas funcionalidades?


O Build Up Labs, constrói start ups, tem uma equipa core e nós vamos criando várias start-ups lá dentro. Por isso, neste momento a mesma equipa tem outros produtos e a metodologia é: temos a ideia, queremos fazer x ideias por ano. Queremos sempre pôr no mercado 4 ou 5 ideias por ano e fazer um MVP, produtos que já têm algum valor de mercado para ser testado, testar no mercado, ver se tem potencial de mercado, se tem aceitação, recolher feedback. Se não tiver aceitação, matamos a ideia e rápido, para não gastamos energia, se acharmos que tem possibilidade, tentamos fazer crescer e depois existem duas hipóteses ou se mantém no labs como produto autossustentável ou vamos à procura de investimento, fazemos um spin off, atribuímos um CEO e ele continua com essa start-up e nós continuamos como co-fundadores tecnológicos da empresa. É o modelo. Ideias para o futuro há muitas, estamos a testar 3 ou 4 neste momento para ver qual é o caminho. Vamos ter uma start-up nova a seguir ao Verão, são duas raparigas portuguesas que trabalham em Londres que se vão despedir para vir para cá, precisavam de um parceiro tecnológico e também temos esse modelo. Se uma pessoa tiver uma boa ideia e acima da boa ideia tiver um perfil de CEO e precise da nossa parceria tecnológica, nós confiamos. Esta nova empresa vai fazer parte da Build up Labs. Nós vamos ser Co-fundadores tecnológicos e elas vão ser as CEOs, vão à procura de investimento e de fazer crescer o produto.


 


E todas as empresas são na mesma área?


No Build up Labs o princípio é que sejam soluções: Social by design, e com a camada de valor acrescentado de inteligência artificial. Quando nós pensamos em novas ideias, pensamos sempre, se podem encaixar nesse modelo. Por exemplo o Tap My Back tem a componente social de atribuição dos prémios entre a equipa e a componente de inteligência artificial que estamos agora a tentar adicionar. Fazer com que os team leaders possam receber relatórios e perceber o que se passa na equipa, indicar como é que eles devem agir de acordo com todas as interações que se criam dentro da equipa. Perceber que padrões de pontuação existem, tentar perceber as redes dentro das pequenas equipas que funcionam bem dentro da empresa umas com as outras, uma série de insights. Como sabemos o que está a acontecer com as outras empresas, tentar também detetar padrões e portanto queremos trazer essa camada mais inteligente para a nossa aplicação. Mas o foco pode ser negócio de empresa, como é o Tap My Back ou cliente final, como esta que vem aí que é direcionada diretamente para o consumidor. São ideias novas que vão surgindo, nós reunimos, vamos fazendo um ranking das ideias. Ás vezes apresentamos ao resto da empresa aqui da comOn para eles perceberem a ideia, uma espécie de shark tank em que eles são os tanks e vão votando só para sabermos o que é que acham com um pequeno pitch. Mas é difícil saber quais são as ideias que vão funcionar. Ideias não faltam.


 


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 (Fotografia Andreia Tr


 


Quais são as vossas Apps de referência?


A App que usamos todos os dias é o slack, que fez com que nos livrássemos um bocadinho do Skype e do e-mail. O Trello para gestão de projeto, principalmente agora o Trello conjugado e integrado com slack. O Facebook para descansar do trabalho, que também é preciso.


Este é mais um exemplo de uma App de sucesso Made in Portugal espalhada pelo mundo.


 


Muito sucesso e que tudo vos corra bem! Tap My Back, uma grande ideia e uma excelente realização. Com tantas novas e boas ideias de certeza uma App com futuro.


 

À Conversa com #2:Tap My Back (1ª Parte)

Tapmyback_1.jpg (Fotografia Andreia Trindade)


 


Na semana passada fui conhecer a equipa da Tap My Back. Integrada na Agência de comunicação comOn especializada em meios digitais, a equipa trabalha num ambiente moderno, descontraído e cuidado. Existe de facto um cuidado especial nestes novos escritórios em Portugal.


 


O Guilherme Duarte, responsável pelo Tap My Back foi a pessoa que aceitou receber-me e que esteve à conversa comigo, depois de me apresentar aos membros da equipa. Tive ainda o prazer de conhecer o Rui Gouveia Co-Founder & Head of Innovation no Grupo comOn.


 


O Tap My Back é uma App motivacional de equipas, onde os membros são elogiados pelas suas prestações e pelos vários membros da equipa quando existem situações de destaque.


 


Guilherme, como é que tudo começou?


O Tap My Back foi criado aqui na comOn, ainda antes de ser criado o Build Up Labs, a venture builder do grupo comOn. Surgiu de uma necessidade interna da empresa porque dentro da agência notou-se que a equipa estava a ficar desmotivada, numa fase em que a empresa estava a crescer e havia muito trabalho. Na altura, os fundadores da comOn foram falar com as pessoas todas da equipa, perguntaram porque é que isso estava a acontecer. Pelo feedback geral percebeu-se que a questão não era tanto o esforço adicional que estava a ser pedido, as pessoas percebiam isso, percebiam que fazia parte das dores de crescimento, mas era a falta de feedback, de reconhecimento por esse trabalho que fazia diminuir o ânimo. Então na altura por brincadeira, mas para tentar resolver esta situação, criou-se esta aplicação dentro da equipa que servia para andarmos a atribuir medalhas uns aos outros e para nos reconhecermos mutuamente. Só que funcionou tão bem cá dentro, que passou a fazer parte da cultura da empresa e “dá-me um tap” passou a ser parte do jargão da comOn. Pensamos então que se calhar tínhamos criado algo que podia ser um produto e que poderia ser uma forma de ajudar outras equipas noutras empresas com o mesmo problema.


 


Inicialmente apresentou-se o Tap My Back aos clientes da comOn, para saber o que é que eles achavam, recolher o feedback, saber se queriam fazer uma experiência na empresa deles e correu bem. E foi aí que o Tap My Back se tornou o Tap My Back e fez uma espécie de spin off e se tornou um produto empresa, independente. A aplicação esteve sempre em inglês para atacar desde logo o mercado global e hoje em dia estamos um bocadinho em todo o mundo. Cá em Portugal temos alguns clientes, mas parece-nos que ainda não é o mercado mais maduro para este tipo de aplicações.


 


Os países com maior aceitação são: Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Canadá.


 


Futuro, mais funcionalidades ou mais produtos?


Temos sempre novas ideias, mas temos de ir com calma. Percebemos que o produto já funciona no mercado. Estamos a tentar perceber qual é o product market fit e vamos adicionando novas funcionalidades, com o feedback dos clientes e caso tenhamos 2 ou 3 clientes a pedir a mesma coisa, nós damos prioridade ao tema e avançamos nesse sentido.


 


Por exemplo quando nós estivemos no websummit nós tínhamos a ideia de integrar o Tap My Back com o slack, já tínhamos esta ideia, mas no web summit 90% das pessoas que iam conhecer o Tap My Back perguntavam: ”Tem integração com o Slack?” e então quando chegamos a primeira coisa que fizemos foi isso. Passada uma semana tínhamos a integração toda feita, na loja de aplicações do Slack e acabou por se verificar essa importância. Este movimento gerou atração para a aplicação, portanto é um pouco assim que nós vamos caminhando e desenhando o futuro da aplicação.


 


Como é que conseguem esse feedback? Vão junto dos clientes, conhecer os clientes? Como é que eles são?


Nós percebemos agora que o nosso cliente tipo são organizações cuja realidade gira em torno das 50-500 pessoas por equipa, anda por aí. No entanto, percebemos também que há várias formas de utilização do Tap My Back. Há empresas que colocam todos os colaboradores da empresa dentro da mesma equipa, e aí talvez sejam dos 50 aos 500 utilizadores o tamanho ideal, mas depois é possível ter várias equipas dentro de uma empresa.


 


Mas na realidade em que que existem equipas por departamento, ou equipas por projeto as empresas podem ter 1000 ou mais pessoas lá dentro, com dezenas de equipas.


Tapmyback_2.jpg


 (Fotografia Andreia Trindade)


 


Mas pensamos que o público alvo que melhor se adapta é o da geração high tech ou geração Millenium que está habituado a comunicar pelas redes sociais. Neste tipo de aplicações são tipicamente as equipas onde há mais aceitação e que dão mais feedback e acaba por ser muito o trabalho do team líder que instala a aplicação e que adiciona os membros da equipa.


 


Para dotar a aplicação com a informação válida, lemos muitos artigos e estudos da área motivacional que recomendamos sempre que nos colocam algumas questões mais relacionadas com temas de recursos humanos. Temos algumas parcerias com Consultoras de Recursos Humanos para a comercialização do produto, porque consideram o mesmo uma boa ferramenta de trabalho em equipa.


 


Esta conversa foi longa, por isso continua em breve.

Dicas para quem quer adquirir um novo smartphone

smartphones-2016.jpg


 (Imagem retirada da internet)


 


Comprar um smartphone é um processo que requer um pouco de pesquisa. Embora possamos chegar a uma loja e escolher um modelo que nos seja aconselhado, existem mesmo assim probabilidades de estarmos a adqurir um smartphone que não consiga suprir as nossas necessidades. Da mesma forma, a compra de um smartphone topo de gama pode ser também um mau investimento, já que podemos não estar a utilizar todas as suas capacidades tanto ao nivel de hardware como do sistema operativo. Em alguns casos, ter menos recursos é a escolha mais acertada e que melhor combina com o nosso orçamento.



Deixo-vos alguns conselhos práticos a ter em consideração antes de comprar um smartphone. Estes conselhos deverão ser encarados como uma ferramenta auxiliar e não como regras rígidas. Afinal o que mais importa é possuir um smartphone que supra as nossas necessidades.


 


1. Operadora Móvel
Antes de escolher qual smartphone pretendendemos comprar, devemos escolher qual a operadora queo  vai servir. Se por acaso já tem um contrato com alguma operadora, saiba que pode ter descontos na compra de um smartphone fazendo com que a compra do smartphone possa custar menos. Se o plano for um pré-pago, pesquise ainda assim o preço das ligações dos planos economicamente mais favoráveis. Algumas operadoras fazem promoções com smartphones de fabricantes com as quais têm parcerias e por isso apresentam equipamentos com valores de mercado mais apelativos.


 


2. Sistema Operativo
O sistema operativo é a peça de software que nos permite interagir com o smartphone. Não existem sistemas operativos melhores ou piores, mas sim com oferta de funcionalidades diferentes e com pontos fortes e outros em a melhorar. A pergunta que se coloca é de facto “Qual é o melhor sistema operativo para mim?”.



Tanto o iOS quanto o Android e o Windows Phone possuem interfaces muito acessíveis e quegeralmente não trazem dificuldades na sua utilização. Recomendo uma ida até uma loja para navegar um pouco em diferentes smartphones com diferentes sistemas operativos e verificar qual se adapta melhor a si.



O iOS presente no iPhone, é estável e possui um grande número de aplicações. É um sistema operativo muito simples e prático não existindo portanto muitas opções de personalização. Já o Android permite uma maior personalização e, como cada fabricante e operadora podem incluir modificações na interface e nas aplicações, é comum encontrar Androids “diferentes” dentro da mesma versão do sistema operativo. No caso do sistema da Google, o número de aplicações gratuitos é maior.



O Windows Phone é o sistema operativo com menos consumidores até ao momento, mas tem uma utilização tão simples quanto os seus concorrentes. O sistema possuiu até ao moemento menos aplicações em relação aos iOS e ao Android. A personalização deste interface ainda não é fácil de conseguir. O seu ponto forte é a integração direta com o Windows, sistema mais utilizado em PCs, por isso e se for importante esta funcionalidade para si, é uma hipótese a considerar.


 


3. Evite a compra de smartphones em risco de desactualização
Geralmente pretendemos que o smartphone tenha alguma longevidade. Atualmente os fabricantes produzem smartphones para terem uma vida útil entre 2 a 3 anos. Depois desse período, o hardware pode ficar desatualizado e o sistema operativo pode deixar de receber atualizações. Nesse sentido, há que ter atenção à versão do sistema operativo que está presente no aparelho, sendo que será prudente pesquisar antes, se suporta atualizações. Com esta informação, podemos somar mais 2 a 3 anos anos à data de lançamento da última versão que o aparelho suporta. O resultado não é exato, mas ficamos com uma ideia aproximada até quando a vida útil do smartphone pode garantir uma utilização sem muitos problemas, sobretudo de performance (sem que as aplicações se arrastem).


 


4. O que esperar do smartphone?
Nem todos temos condições para comprar o melhor smartphone do mercado sendo que a maioria das pessoas não precisa de um smartphone que custe mais 200€ a 300€. Geralmente tende-se a pensar que quanto mais caro for melhor ele é, mas de facto não é bem assim. Portanto antes de escolher um smartphone, temos de descobrir primeiro o que esperamos dele. Vamos usá-lo para videojogos de alta performance ou apps simples e gratuitas? Vamos usar muitos recursos do smartphone, como por exemplo aceder a muitas apps em simultâneo, acesso constante à internet, streaming de música, máquina fotográfica e jogos ou apenas vamos, basicamente, fazer e receber chamadas e mandar mensagens de texto?



Se precisarmos penas de recursos, não existe justificação para comprar um aparelho caro que neste caso terá a mesma utilidade que um modelo mais mais modesto. Por outro lado, economizar alguns euros antes e comprar um smartphone que não o satisfaça pode levar a uma sensação de instisfação, resultando na troca prematura do smartphone.


 


5. Design e tamanho do ecrã


A indústria de smartphones esforça-se dia após dia para colocar no mercado smartphones cada vez mais finos. Na prática não há muita diferença entre possuirmos um modelo com uma espessura de 6,2 milímetros ou 6,3 milímetros. Por isso, por mais que peso e espessura sejam parâmetros a serem levados em consideração, não deverão ser eles os fatores determinantes para a sua compra.



Já o tamanho do ecrã tem se tornado uma característica importante, em especial devido à diversidade existente no mercado. É possível encontrar modelos ecrans que variam entre 3,5 polegadas até quase 6 polegadas. O que pode parecer demasiado grande para muitos utilizadores conseguirem colocar o smartphone no bolso, mas não suficientes para quem utiliza frequentemente para tirar fotografias em eventos. O ideal é escolher aquele que melhor se adapta às suas mãos e ao seu dia a dia.



Sabemos que o design de um produto é capaz de potenciar o seu valor. A Apple, por exemplo, afirma que boa parte do valor do iPhone se deve aos investimentos em pesquisa para se chegar ao formato ideal para o consumidor. Podemos até escolher o produto pelo design, mas convêm aliar um formato de qualidade a um hardware compatível. Um smartphone bonito e fino não é necessariamente bom ou ideal para o seu manuseio.


 


Estas são as minhas dicas, espero que ajude a quem esteja a pensar adquirir um novo equipamento. Regra de ouro: perceba bem quais as principais razões da utilização do smartphone.

App gratuita de Fotografia para iPhone: Tadaa

tadaa_icon.png


As Apps de fotografia têm várias funcionalidades e quem as sabe trabalhar consegue imagens muito bem produzidas que alegram qualquer instagram, facebook ou mesmo as molduras de casa.


 


Eu gosto de fotografia, considero que é o documento que melhor regista um momento. Com o tempo fui ficando mais exigente. Prefiro tirar fotografias a pessoas, mas também gosto de fotografias de locais diferentes, coloridos, boas fotografias da beleza natural de um local ou de cidades em movimento. 


 


Com o intuito de vos dar a conhecer boas Apps de fotografia, este meu post é dedicado a uma App para iphone gratuita: A TADAA é uma aplicação premiada pela Apple e que em termos fotográficos apresenta um conjunto de opções muito completa. Existem muitas funcionalidades gratuitas, mas também existem as que para serem utilizadas têm de ser compradas.


 


tadaa_manage.jpg


 


As funcionalidades que se encontram disponíveis gratuitamente são:



  1. Filter: Permite colocar filtros na fotografia;

  2. Adjust: Ajustar o brilho, contraste e saturação;

  3. Crop: Retirar partes da fotografia e ajustar a dimensão e rotação;

  4. Clarity: Trabalhar a claridade;

  5. Frame: Disponibiliza molduras para aplicar à fotografia;

  6. Blur: Desfoca, colocação de manchas de desfoque;

  7. Sharpen: Torna as cores mais vivas;

  8. Gradient: Altera o gradiente das cores;

  9. Snapshot: Cria uma versão com a imagem que se encontra no ecrã;

  10. Vignete: Possibilita alterar a intensidade e espetro da fotografia.

  11. Colorshift: Alterações de cor;

  12. Reset: Voltar à versão original da fotografia.


Funcionalidade e valores disponíveis para aquisição:



  1. Perspective: Perspetiva sobre o qual a imagem está a ser vista = 2,99 €

  2. Repair: Reparação de uma parte danificada da imagem = 1,99 €

  3. HDR: Versão HDR = 0,99 €

  4. Distorrt: Distorção da imagem em ampliação ou diminuição da imagem = 0,99 €


 


Para perceberem as alterações no resultado final, utilizando apenas funcionalidades básicas na fotografia, podem ver através deste exemplo como as cores podem ficar mais vivas, tornando a fotografia mais apelativa. Apenas utilizei para este exemplo algumas (poucas) opções, todas gratuitas.


 


foto_Tadaa.png


 


Espero que gostem e que se divirtam.

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